sábado, 24 de outubro de 2009

Memória de Frei Damião ameaçada pelo abandono

Museu que guarda história do religioso apresenta uma série de problemas estruturais

Da Redação do pe360graus.com

Reprodução / TV Globo

Foto: Reprodução / TV Globo

Um lugar dedicado a preservar a memória de um dos religiosos mais queridos do Nordeste está abandonado. Mofo, rachaduras e ferrugem - é assim que está o Museu de Frei Damião, no Recife. No local estão guardados móveis, roupas, fotos, objetos pessoais e outros que ele usava na celebração das missas.

Doze anos depois da morte, o frade capuchinho continua sendo adorado como um santo pelos nordestinos. Mas, nem a fé, nem a devoção puderam impedir os efeitos que a falta de manutenção causaram no museu, que funciona numa casa no convento de São Félix de Cantalice, onde ele passou os últimos anos de vida.

E a falta de cuidado ameaça tudo isto. A pintura do museu está descascando, mas do lado de fora, a situação é pior. Na fachada, mofo e rachaduras que também avançam nas colunas que sustentam o telhado. A ferrugem corrói as luminárias e não poupa a estrutura metálica do telhado, que é muito pesada e está provocando rachaduras na laje.

“Nós esperamos um apoio das pessoas que possam nos ajudar de alguma construtora. Nós não temos nenhum meio de manutenção do museu. Precisaríamos desse socorro e dessa ajuda”, explicou o frei Rinaldo.

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